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sábado, 9 de janeiro de 2010

dieta animal

Dois bichinhos pesavam um quilo cada um.

Com a camada de ozônio eles estão pesando um quilo os dois.

Descubra um título para essa história.

Resposta: dois ex quilo.

Traduzindo: esquilo II.

sábado, 26 de dezembro de 2009

Jesus e a multidão

Quando Jesus entrou em Jerusalém a multidão estava delirante.
Na presença de Herodes e Pilatos Ele estava sozinho;
Na cruz: Maria, João e Madalena.
Posteriormente, só com Madalena: “Vai e informa aos meus discípulos que retornei, conforme prometera”;
Em diálogo ou na multidão sua fala dirige-se ao ser imortal.
Fica a lembrança para que “não julgueis, para não serdes julgados”.
Esta fala é um julgamento?

segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

A ova do Natal


ova
1.O ovário dos peixes. ~ V. ovas.
Dicionário Aurélio

Quando a vontade de Deus se manifestou pela criação do nosso planeta Jesus já era um espírito altamente evoluído. Ele recebeu a tarefa da constituição e da manutenção da vida nesse orbe.

A vida chegou aos micros organismos e depois, em uma fase mais evoluída, reproduziu-se nos ovários dos peixes.

Quando a casa ficou habitável para os seres racionais Ele os recebeu vindos de diversas origens do universo. “Há muitas moradas na casa do Meu Pai...”

Imaginemos que os cientistas calculam a idade da Terra em 14 bilhões de anos terrestres. Reflitamos que Jesus como predecessor já afirmava que “nenhuma das ovelhas que o Pai me confiou se perderá”

Ele previu que a árvore dos seus ensinamentos seria podada e incompreendida, mas testificou que “Eu sou a vossa esperança”.

Essa esperança continua ardente. Somos capazes manter a chama física de muitos eventos no planeta: as olimpíadas, jogos esportivos internacionais, o encontro de Copenhague, as festas natalina Fomos criados para vivermos em família.

Entretanto, o Natal de Jesus tem cunho espiritual.

Muitos anos antes do seu “nascimento” o planeta foi preparado em todos os segmentos da vida humana. Nenhum evento do planeta jamais conseguiu superar a grandeza espiritual do seu Natal.

Necessitados, festa pagã, falta de alimentos, iguarias, riqueza e pobreza fazem parte do currículo da humanidade terena: “pobres sempre os tereis”.

Jesus não instituiu nenhuma religião e muito menos nenhuma festa material. O alimento espiritual deixado está contido na sua Boa Nova.

Para a esteira dos séculos que teremos que trilhar Ele deixou uma mensagem: Eu sou a vossa esperança.

Peixes reprodutores e peixes repartidos.

Esperança no Natal de Jesus.

domingo, 16 de agosto de 2009

O vôo do avião azul


Hoje, ao amanhecer, um avião azul vindo das bandas do sul cruzou os céus da Cidade do Natal.

Três escoteiros em ação coordenada pularam no espaço infinito formando uma estrela de seis pontas.

Permaneceram em formação até quase tocarem no solo potiguar.

Um deles dirigiu-se ao Palácio do Governo Estadual.

O outro foi para o Palácio do Governo Municipal.

O último, também conduzido pelos ideais de liberdade, fraternidade e igualdade adentrou o Palácio da Previdência para dizer aos que ali estavam que o nosso Deus não o deus de cadáveres.

É um Deus de vida. Um Deus de Amor.

Falou que os nossos cinco limitados sentidos ainda podem perceber as grandezas incomensuráveis do Criador do Universo. Seja esse espaço mensurável ou não pelas pessoas deste amado planeta.

Ele disse que a mensagem dos que ali se encontravam já havia sido entregue duas vezes ao chefe executivo da administração federal.

Assim, todo o solo pátrio já havia assimilado a sua mensagem.

Resta agora, desmontar suas trincheiras verdes amarelas. Retornar, aos seios de suas famílias, quais os pracinhas modernos da FEB. Deveriam buscar o âmago acolhedor dos seus lares, levando a alegria de viver e a convicção de um mundo melhor para essa e as futuras gerações.

Disse o último escoteiro: o que nós construímos no espaço aéreo de sua Cidade Natal foi uma réplica temporária e respeitosa do Panteão da Pátria e da Liberdade Tancredo Neves.

Por não termos do direito de inscrever nomes no Livro de Aço, também chamado Livro dos Heróis da Pátria, o qual lhes confere o status de Herói Nacional, cunhamos seus nomes no livro da eternidade usando a tinta indelével retirada das nuvens passageiras que vagueriavam, naquele momento, nos céus azuis da Terra Potiguar.

Ao sair o escoteiro afirmou: durante a formação daquela estrela escutamos cânticos dos anjos a nos dizer “a minha paz eu ti dou”.

edson, 16809

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

13 de agosto de 2009 – Dia do Economista


Edson Freire da Costa

Avenida Brigadeiro Gomes Ribeiro, 1480 - Nova Descoberta 59.056-520 - Natal - RN 3222.7498

ed340ms@ig.com.br

Façamos um exercício mental tentando localizar uma atividade na economia brasileira onde não exista a participação direta ou indireta do servidor público.

Aprofundemos essa reflexão tentando mensurar o valor material e moral das tarefas dos servidores públicos no desempenho econômico nacional.

Agora, coloquemos uma variável na nossa tela mental: o fato de que o trabalho dos servidores públicos do INSS em solo potiguar elevou essa regional ao destacado patamar das melhores administrações do órgão previdenciário nacional.

Em qualquer instituição governamental, privada ou civil não se atinge tal destaque sem a dedicação, a sensibilização e o espírito de equipe afinado com elevados propósitos individuais e coletivos.

Nesses casos, as mentes criadoras de procedimentos, projetos, regulamentos e trato com o cidadão são possuidoras de direitos inalienáveis: os direitos autorais de suas criações intelectuais transformadas em ações da realidade institucional por elas materializadas.

Esses benéficos criados são incorporados na economia e na vida da nação brasileira.

Agora, vamos visualizar em nossa elaboração mental uma nova variável: o executivo federal saindo da sua ambiência restrita galgou ascendência sobre o judiciário e impôs a esses servidores dedicados o ferro amargo das privações financeiras, morais, intelectuais e espirituais.

Portanto, cabe, inquestionavelmente, um estudo de impacto ambiental da medida adotada pela administração pública federal.

Na verificação de sua área de influência o epicentro apresenta índicos de ser a terra potiguar a mais afetada.

No dimensionamento da população atingida encontraremos pessoas direta e indiretamente atingidas em todas as faixas de idade, principalmente idosos a quem cabe o dever de transmitir para esta e para as gerações futuras os conhecimentos adquiridos.

No estudo da viabilidade econômica-financeira da medida adotada devemos mensurar o valor da recuperação das perdas financeiras e os valores das indenizações por perdas e danos morais os servidores e seus familiares.

Devemos lembrar que a punição imposta a esses servidores não subtraiu do funcionamento diário da instituição a eficiência conquista por seus trabalhos intelectuais, intrínsecos as suas personalidades de servidores públicos.

Plasmemos também em nossa visão a desconcertante punição de outra potiguar: a Secretária Nacional da Receita Federal. Deixemos esse outro estudo de impacto ambiental sobre a economia brasileira para quem interessar possa.

Assim, nos dois casos apresentados cabe uma frase: “respeito é aquilo que se dá para se poder receber”. Esse pensamento é perfeitamente mensurável financeiramente.

Dessa forma, vamos a Brasília no Dia 7 de setembro visitar alguns servidores da nossa nação, residentes e domiciliados no Panteão da Pátria e da Liberdade Tancredo Neves, cujo intuito é homenagear todos aqueles que se destacaram em prol da pátria brasileira, sejam naturais do país ou não. Lá encontraremos anseios diversos de participação no Livro de Aço, também chamado Livro dos Heróis da Pátria, o qual lhes confere o status de Herói Nacional. Porém, somente os nomes abaixo relacionados estão registrados no livro de tombo:

Alferes Joaquim José da Silva Xavier, o Tiradentes, o primeiro nome no livro;

Zumbi dos Palmares;

Marechal Manuel Deodoro da Fonseca;

S.M.I.R. Dom Pedro I do Brasil;

Marechal Luís Alves de Lima e Silva;

Coronel José Plácido de Castro;

Almirante Joaquim Marques Lisboa, marquês de Tamandaré;

Almirante Francisco Manuel Barroso da Silva, barão do Amazonas,.

Marechal-do-ar Alberto Santos Dumont;

José Bonifácio de Andrada e Silva, o Patriarca da Independência.

Nossa viagem virtual a Brasília também tem outro objetivo: colocar na soleira do solo sagrado do Panteão da Pátria e da Liberdade Tancredo Neves a poesia abaixo transcrita, afirmando que o solo potiguar se inclui como elo vital da nacionalidade brasileira.

Na primeira noite eles se aproximam
e roubam uma flor
do nosso jardim.
E não dizemos nada.
Na segunda noite, já não se escondem;
pisam as flores,
matam nosso cão,
e não dizemos nada.
Até que um dia,
o mais frágil deles
entra sozinho em nossa casa,
rouba-nos a luz, e,
conhecendo nosso medo,
arranca-nos a voz da garganta.
E já não podemos dizer nada.

Eduardo Alves da Costa


Dessa forma, vamos encher nosso coração e todo o nosso ser do mais profundo respeito para dizer ao Excelentíssimo Presidente da República e a Ministra Chefe da Casa Civil que ainda aguardamos resposta aos nossos escritos entregues no solo potiguar.

Finalmente, Lembraremos o pensamento do filósofo de que “pouco resta a fazer além de enterrar um homem quando o último de seus sonhos está morto”.

Sonhos de ordem, de progresso, de respeito e de justiça.

edson, 13809

quinta-feira, 30 de julho de 2009

Feliz convivência

“Uma velha fábula conta que, numa já remota era glacial, os porcos-espinhos sentiram-se ameaçados de destruição pelo frio que reinava em toda parte. Por instinto, uniram-se e conseguiram sobreviver em razão do calor que irradiavam. Não obstante, pelo fato de estarem muito próximos, uns dos outros, passaram a ferir-se mutuamente, provocando reações inesperadas, quais o afastamento de alguns deles. Como conseqüência da decisão, todos aqueles que se encontravam distantes passaram a morrer por falta de calor. Os sobreviventes, percebendo o que acontecia , reaproximaram-se, agora porém, conhecedores dos cuidados que deveriam manter, a fim de não se magoarem reciprocamente. Graças a essa conclusão feliz, sobreviveram à terrível calamidade...
Trata-se de excelente lição para uma feliz convivência, um produtivo relacionamento, respeitando-se sempre os valores daquele a quem se busca, sua privacidade, seus sentimentos, suas conquistas e prejuízos, que fazem parte da sua realidade pessoal.”
Ângelis, Joana de
O despertar do Espírito/ pelo Espírito Joana de Ângelis; [psicografado por] Divaldo Pereira Franco. .. Salvador, BA; Livr. Espírita Alvorada, 2000. Pág. 135 e 136.

sábado, 27 de junho de 2009

Gavetas da Memória - A menina de Maxaranguape


Quinta-feira, 25 de Junho de 2009



GAVETAS DA MEMÓRIA – A menina de Maxaranguape
O litoral do Rio Grande do Norte vivia um clima diferenciado em conseqüência das ondas conflitantes de uma guerra mundial. Essa percepção, no entanto, pouco se fazia presente na vida pacata das comunidades praieiras.
Uma menina de cor branca, cabelos claros e olhos brilhantes havia recebido uma tarefa vital, a qual deveria desincumbir-se com grande responsabilidade para o seu senso infantil. Ela atuaria como dama de companhia de sua tia nos instantes que antecederiam o trabalho de parto. Deveria avisar imediatamente a sua mãe que atuaria como parteira.
Imaginemos as condições precárias e ao mesmo tempo singelas daquela comunidade de pescadores em mais de meio século atrás. Assim, surgiu a necessidade daquele pedido de ajuda. A criança disparou de porta afora qual uma flecha com destino certeiro. Logo em seguida estacou com toda a força do impulso inicial. Sua mente sinalizou para um obstáculo intransponível no percurso programado. O alerta vinha em forma da lembrança de um adestrado atalhados de crianças das redondezas: um veloz cachorro de pescador.
Guiada pelo instinto de sobrevivência ela não só transpôs o obstáculo físico, mas superou as barreiras intelectuais criadas pela rapidez das circunstâncias. Registrou na memória o nascimento de seu primo, firmou afinidades entre ele, sua tia e parteira.
Esse fragmento de eternidade foi desengavetado cinqüenta e quatro anos após, num depoimento espontâneo quando a vida transbordando num turbilhão de matizes envolvia o pai daquele nascituro praiano em sua transferência para outros registros inquestionável da eternidade.
Deus reuni as suas criaturas como une os grãos de areia, conta todas elas como as ondas do mar, faz com que atinjam a praia para a harmonia do ser e entrega a cada uma o mar para que possam aportar em novas experiências.
Nessa praia divina não existe obstáculo intransponível para a criança, para quem está esperando, para quem está chegando e muito menos para quem está embargando.
Editorial
Este conto e sua tela é o “termo de abertura” do Blog O Sibite. Ele foi escrito há exatamente 10 anos. Nunca foi editado ou lido por ninguém. A tela tem 29 anos. O conjunto é patrimônio material, cultural, emocional e espiritual do Blog O Sibite. Natal, 23 de junho de 2009.
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